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JUPIC › 21/11/2019

OBLATOS DE MARIA IMACULADA
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, PAZ E INTEGRIDADE DA CRIAÇÃO

A SOBERBA É COMPANHEIRA DA IGNORÂNCIA (Tostão)

AMÉRICA DO SUL

Foi-se o tempo dos movimentos que se alastravam em ondas e na mesma direção.

Hoje é cada um por si, com eleições incertas no Uruguai, a volta do kirchenerismo na Argentina e protestos grandiosos no Chile, Bolívia, Equador e Peru; sem falar na estraçalhada
Venezuela.

Quando se olha para o Brasil deparamo-nos com as tensões internas, sujeitas aos reflexos das crise ao redor. Aqui também se dá o embate entre a velha esquerda e a nova direita, entre o
populismo de Lula e um Bolsonaro que tenta se equilibrar entre o seu reacionarismo e o neoliberalismo de Paulo Guedes. Lula sai da cadeia atacando os três pilares do governo: Bolsonaro, Guedes e Moro. O que assistimos é uma guerra de acusações e de desconstrução de adversários. O fato é que Lula precisa de Bolsonaro para reanimar a tropa petista e Bolsonaro usa Lula para reaglutinar o bolsonarismo.

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA – 130 ANOS

A proclamação começou às 6 horas da manhã e terminou às 10h45.

Logo de manhã ocorria intensa movimentação em todos os batalhões militares do Rio de Janeiro, e o governo do Visconde de Ouro Preto reúne-se para discutir formas de enfrentar os militares. O Campo de Santana, atual Praça da República, começa a ficar cheia de soldados. Às 8h30 Deodoro da Fonseca encontra-se com o Barão de Ladário, ministro da Marinha, para exigir a renúncia coletiva do ministério Ouro Preto. O barão, afirmando ter a obrigação de defender a Monarquia, saca duas armas com objetivo de atacar Deodoro. Um praça do Exército que presencia a cena entra em ação e atira no barão. Após os primeiros socorros, Deodoro dirige-se ao Campo de Santana e entra no quartel em triunfo. O Exército dá vivas à República; José do Patrocinio dirige-se à Camara dos Vereadores para comunicar o evento. O 2º Batalhão de Artilharia dá uma salva de 21 tiros. Está instalada a República.

MILITARES DEIXAM O GOVERNO

Nove generais e dois coronéis deixaram o governo Bolsonaro em onze meses.

BOLÍVIA

O problema reside na vontade de Evo Morales perpetuar-se no poder; a Constituição não permitia. Ele fez um referendo em 21 de fevereiro de 2016, perdeu e, em seguida, ganhou no tapetão da Justiça Eleitoral e da Suprema Corte. Isso ficou engasgado na garganta dos eleitores!

Morales chegou a aceitar uma nova eleição mas já era tarde. A polícia há havia cruzado os braços e os militares pediram sua renúncia.

NOVO PARTIDO

A família Bolsonaro pretende criar um novo partido: Aliança pelo Brasil. Isso parece mais um movimento de expurgo e purificação do bolsonarismo.

Em vez de firmar alianças e expandir um partido, os Bolsonaros e seu comitê central dedicam-se a criar uma agremiação de poucos, bons e fiéis, sujeita ao estrito controle políticos, financeiro e ideológico da família. Qual será o efeito da Aliança pelo Brasil (Deus, Pátria e Família)?

Bolsonaro está relançando seu projeto político, e não é pelas reformas. Ele vai depender do prestígio presidencial e de muito dinheiro. Mas Lula está solto e começando sua pregação pelo país.
Todos vão ter de se posicionar por causa da eleição de 2020, a qual não terá coligações para a vereança, mas terá ainda assim alianças e teste de projetos.

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