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JUPIC › 03/09/2020

Folhetim – 03 de Setembro 2020

OBLATOS DE MARIA IMACULADA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, PAZ E INTEGRIDADE DA CRIAÇÃO

Não vou tirar de pobres para dar a paupérrimos – Jair Bolsonaro

PLANOS DE SAÚDE

327 mil pessoas  deixaram de  pagar planos de saúde  devido à  atual  crise. E vai aumentar. 46.758.762 é o total de usuários em planos de saúde de  assistência médica. 80% do total estão em planos coletivos; 19% em planos individuais. Ninguém sabe como o SUS irá enfrentar tanta gente que irá procurar seus serviços.

RACISMO

O Estatuto da Igualdade Racial  completou  dez  anos.  Passada  uma  década da promulgação da lei que reconheceu o racismo como um fenômeno estrutural da sociedade brasileira, seu objetivo segue sendo mais uma promessa do que uma realidade.

SANEAMENTO BÁSICO

Santos, SP, apostou nos investimentos para universalizar os serviços de água e esgoto; seus serviços chegam a 100% das casas de Santos. Ela é hoje considerada uma das melhores cidades para morar no país. Ananindeua, no Pará, é considerada a cidade com o pior saneamento; apenas 2% tem esgoto. A cidade tem Plano Diretor mas não tem planejamento urbano nenhum.

RENDA PER CAPITA DO PAÍS

Veja as cinco cidades com maior “renda per capita. (1) Nova Lima, 24 quilômetros de Belo Horizonte; (2) Santana de Parnaíba, SP; (3) Aporé, Go; (4) São Caetano do Sul, SP; (5) Niterói.  Com aproximadamente 100 mil habitantes, Nova Lima tem uma renda média de 6.253.03 por habitante. O município abriga vários condomínios de luxo, e o valor das casas desses empreendimentos pode chegar perto de 10 milhões de reais. O município é também um dos principais lugares de atuação da mineradora Vale.

A ESQUERDA BRASILEIRA

A divulgação de pesquisa  com  aumento de  popularidade de  Bolsonaro não deveria surpreender ninguém. O ponto elementar do aumento de prestígio de Bolsonaro é a ajuda emergencial. Ele capitalizou sozinho a extraordinária  transferência de renda que salvou pobres e paupérrimos, e em várias partes do país melhorou as condições de vida. Os anos em que a esquerda esteve no poder deram-lhe a sensação de que estava selada entre ela e a população mais pobre uma aliança histórica irreversível. Há muita ilusão nessa ideia. Alguns críticos de esquerda afirma que ela errou por considerar apenas o aspecto fisiológico da aliança, sem avançar na educação política. Ela errou ao enfatizar as melhorias no aumento de um tipo de consumo, deixando de lado alguns avanços que seriam vitais para os pobres, como, por exemplo, o saneamento básico. Certamente outras políticas públicas têm peso na vida dos mais pobres. A saúde é uma delas. Acontece que neste período de pande-mia, apesar da corrupção, houve aumento de vagas em hospitais e uma sensação de que a maioria dos pacientes foi atendida. Alguns erros, como a não hospitalização mais precoce, não chegaram a ser sentidos com clareza. Muito menos a incidência maior de mortes em regiões mais pobres foi politizada, uma vez que a vimos com a habitual resignação diante dos problemas estruturais. A esquerda tem dificuldade de aceitar que as massas apoiem a direita por causa da ajuda assistencial. E a direita sempre atacou o Bolsa Família como se fosse  algo que entorpecia não só a escolha política, como o desejo de trabalhar e empreender.

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