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JUPIC › 06/02/2020

Folhetim – 04 de fevereiro 2020

OBLATOS DE MARIA IMACULADA
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, PAZ E INTEGRIDADE DA CRIAÇÃO

MEIO AMBIENTE

Ou o Brasil muda a política de meio ambiente ou não haverá investimentos; foi o que se disse na último mês de dezembro na conferência sobre o tema em Madri; o ministro do meio ambiente brasileiro passou duas semanas por lá com o chapéu na mão.

Nos últimos três anos foram captados $78.500 bilhões de dólares; e não haverá mais.

O problema é que entidades internacionais estão convictas de que o governo brasileiro é parceiro dos madeireiros e grileiros.; eles não estão muito longe da verdade.

Para garantir algum dinheiro no futuro o governo inventou um Conselho sob comando do vice-presidente, supostamente bom conhecedor da Amazônia, para garantir algum dólar; é ver para crer.

EDUCAÇÃO

O “Enem/Sisu” é uma espécie de vestibular que examina o conhecimento de 1,8 milhões de estudantes país afora; o problema reside no Ministério da Educação onde se acredita que os estudantes plantam maconha em vez de estudarem.

O governo federal alimenta tal ideia.

BRASIL

Ministério com o maior status no governo em gestões anteriores, a Casa Civil foi esvaziada no atual governo.

Apesar de abrigar alguns dos principais assessores do chefe do Executivo, virou uma espécie de “cadeira elétrica”.

Nos últimos 15 anos, quatro ministros caíram do cargo. Nas gestões petistas, o bastão passou por José Dirceu, Dilma Rousseff, Erenice Guerra, Antonio Palocci, Gleisi Hoffman, Aloizio Mercadante e Jacques Wagner.

Todos foram alvo da Justiça antes ou depois do cargo. Michel Temer colocou Eliseu Padilha, cacique do MDB
e um dos seus principais assessores, na cadeira. Resultado: ele pegou carona nas denúncias do presidente por organização criminosa e teve os bens bloqueados.

Luis Inácio Lula da Silva chegou a ser nomeado em 2016 durante o processo de impeachment de Dilma, mas a indicação foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal.

De 2010 a 2019 o Brasil teve a pior taxa de crescimento do produto interno bruto em 12 décadas. Foram os anos da maior recessão econômica da história do país. O governo Lula foi responsável pelo aparelhamento do Estado, a explosão do gasto público e a criação do maior esquema de corrupção da história brasileira, que compreendia desde a compra de votos no Congresso (mensalão), até o perverso esquema de propina desvendado pela Lava Jato.

O governo Dilma combinou o populismo petista com o intervencionismo do Estado na economia. Seu governo deturpou os princípio basilares da economia de mercado, ressuscitando o protecionismo da indústria, interferindo no preço de produtos regulados como petróleo e energia elétrica, privilegiando o financiamento público de empresas amigas do governo, aumentado os gastos públicos de maneira irresponsável com déficits crescentes. O resultado do populismo econômico petista foi 12 milhões de desempregados, um número incalculável de desalentados, inflação de
9% ao ano e dívida pública ao redor de70% do PIB. Cresceu a desigualdade: 10% dos mais ricos abocanham 40,5% da renda per capita total; os 40% mais pobres têm 13.6% da renda.

Há de se lembrar que negros e pardos são 55% da população; o Brasil é o segundo maior país do mundo nesse segmento populacional, atrás da Nigéria. Os ajustes econômicos e sociais sempre se fizeram sobre os que menos têm, preservando os privilégios de uns poucos.

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