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JUPIC › 20/08/2019

Folhetim – 20 de Agosto 2019

OBLATOS DE MARIA IMACULADA
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, PAZ E INTEGRIDADE DA CRIAÇÃO

ESCALADA DA DESIGUALDADE

Pelo 17º trimestre consecutivo a desigualdade de renda cresce no país. É o ciclo mais longo na história do país.

Desde o início da crise, a perda de renda média acumulada foi de 3,71. Entre 2015 e 2019 a população de pobres – pessoas que vivem com menos de R$ 233 por mês – aumentou de 8,3% para 11%, ou cerca de 23 milhões de pessoas. São cerca de 6,2 milhões que caíram na pobreza.

A metade mais pobre da população experimentou perdas da ordem de 17% em sua renda. A classe média que corresponde a 40% da população teve perdas de 4,16%; a classe média
alta (os 10% mais ricos) teve ganhos de 2,55%.

Os 1% mais ricos apresentou ganhos acima dos dois dígitos: 10:11%. Os pobres que mais sofreram foram os menos instruídos (menos qualificação) e, sobretudo, os jovens (menos experiência).

Entre os jovens de 20 a 24 anos a perda de renda foi de 17,76%. Entre os analfabetos foi de 15%. Entre os grupos menos favorecidos, o único que teve aumento de renda foi o das mulheres: 2,22%.

A principal alavanca para o crescimento da desigualdade e para a queda do poder de compra das famílias foi a escalada do desemprego que afetou especialmente os jovens e menos
escolarizados. O desemprego de longa duração, ou seja, o daqueles trabalhadores que buscam uma vaga há mais de dois anos, atinge 3,347 milhões.

A taxa de desalento, isto é, daqueles desempregados que já desistiram de buscar uma vaga, é hoje de quase 5 milhões. Afirma-se que nem mesmo programas de retomada econômica, mesmo os bem-sucedidos, serão suficientes para sanar as desventuras de uma população cada vez mais pobre e desigual.

INDÍGENAS

Na expectativa de dar fim ao impasse indígena que envolve a construção da linha de transmissão de energia que ligará Manaus a Boa Vista, a concessionária do projeto quer pagar R$ 49,635 milhões.

Do total de 721 km do traçado previsto para ser erguido em área próxima da BR-174 que liga as duas capitais, 125 km passam pela terra indígena, onde estão 54 aldeias e vivem 2,1 mil índios.

BRASILEIROS EM PORTUGAL

São 105,4 os que vivem em Portugal. Os barrados foram 2.886 em 2018.

EMÍLIO-MARCELO ODEBRECHET

O Tribunal de Contas da União determinou o bloqueio de R$1,1 bilhão em bens dos envolvidos que visa garantir reparação integral à União de danos causados pelo grupo.

Segundo o relator do voto revisor, desde o ano passado a empresa já não apresentava patrimônio suficiente para a execução dos pagamentos.

LEI DA FICHA LIMPA

Foram 289 os pretendentes a cargo político na últimas eleições eliminados pela lei. O DEM foi o mais atingido: 69.

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