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JUPIC › 02/05/2019

Folhetim – abril/2019

OBLATOS DE MARIA IMACULADA
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, PAZ E INTEGRIDADE DA CRIAÇÃO

RIO DE JANEIRO. Todos os ex-governadores do Rio de Janeiro vivos e eleitos como cabeça de chapa estão presos ou passaram em algum momento pela cadeia. Após 1985 só ficaram de fora Leonel Brizola e Marcelo Alencar. Todos os detidos ou ex-detidos são do PMDB. Dois ex-governadores, Nilo Batista e Benedita da Silva não passaram pelo cárcere; eram vice-governadores que assumiram o Palácio da Guanabara após renúncia do titulares. Os detidos chefiaram o governo estadual por cerca de 19 anos; em onze deles, atuou o esquema de corrupção chefiado por Sergio Cabral.

NICARAGUA. Durante um ano (de março a março) a Nicaragua que derrotou de forma gloriosa a ditadura da família Somaza, agora enfrenta a ditadura da família Ortega, ele que foi exaltado em verso e prosa como líder contra Somoza. Até agora conta-se cerca de 300 assassinatos, mais de 2.000 feridos; 62 mil deixaram o país, 779 se declaram presos políticos e há dezenas e dezenas de desaparecidos.

BRASIL I. O decreto assinado por Jair Bolsonaro para extinguir cargos, funções e gratificações na administração pública atingiu em cheio a área da educação, principalmente as universidades públicas federais. Das 21 mil vagas eliminadas, ao menos 13.710 estavam sob a guarda de instituições de ensino, o que corresponde a 65% do total do corte. Lembrete: o governo atual considera as universidades um antro de petistas.

BRASIL II. A má notícia de março foi a perda de 43.196 vagas no mercado de trabalho. A boa notícia foi que o acumulado no trimestre foi positivo com saldo de 179.543 contratações, embora abaixo do período de janeiro-março do ano passado.

BRASIL III. O número de inadimplentes chegou a 63 milhões… Por esse balanço, 40% das pessoas adultas estão com dívidas atrasadas e negativadas. Houve aumento de 2 milhões em um ano.

BRASIL IV. Há mais de três meses no poder, o presidente Jair Bolsonaro parece não ter descido
do palanque. Tampouco Lula desceu do púlpito eleitoral em seus oito anos de governo.Nenhuma das propostas de Bolsonaro andou; até agora Bolsonaro não produziu um dia de ganho relevante. Nem as medidas provisórias, entre as quais está a remodelação do Ministério da Economia e a liberação de auxílio de emergência às vitimas de Brumadinho. Isso num Parlamento que já aprovou confisco de cadernetas de poupança e quebra de paradigmas estatizantes com o impulso das urnas. Na campanha eleitoral candidatos falam à arquibancada, mas na Presidência governantes precisam lidar com o pessoal das cadeiras e camarotes se não querem ver a partida ser encerrada antes do tempo regulamentar.

BRASIL V. Trezentos ou quatrocentos bilhões de reais – quem se importa com isso? Em mais uma trapalhada bilionária, o presidente abriu uma espécie de liquidação de outono-inverno e antecipou o desconto para a negociação da reforma da Previdência. Também não conseguiu disfarçar a complicada relação com o vice-presidente, atacado frequentemente por seus filhos os quais vivem se metendo em assuntos do Palácio do Planalto.

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